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Crescimento da energia solar gera oportunidades para o setor de seguros

Crescimento da energia solar gera oportunidades para o setor de seguros

22 de março de 2022

Segundo dados da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), o Brasil ultrapassou a marca histórica de 14 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos. Como resultado, a fonte solar supera a potência instalada da usina hidrelétrica de Itaipu.

De acordo com a entidade, a fonte solar já trouxe ao Brasil mais de R$ 74,6 bilhões em novos investimentos, R$ 20,9 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 420 mil empregos acumulados desde 2012. Com isso, também evitou a emissão de 18,0 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Com o crescimento desse tipo de energia, a preocupação com a proteção dos equipamentos fotovoltaicos deve ser levada em consideração, e o seguro pode ser um bom aliado nesse momento.

O seguro garante indenização ao segurado por prejuízos decorrentes de danos causados ao equipamento, conforme os riscos previstos nas coberturas. Há cobertura para todo o sistema: placas, inversor, estrutura e elétrica. Além disso, o produto está disponível para equipamentos novos e usados. “Sabemos do alto investimento necessário para obter os equipamentos fotovoltaicos, além da vulnerabilidade frente aos imprevistos que os fatores externos da residência podem causar. Por esse motivo, é fundamental que se tenha uma proteção para o amparo das placas, que pode ajudar na redução dos prejuízos com imprevistos”, diz Marcel Tornero, gerente de Ramos Elementares da Porto Seguro.

Uma análise da Absolar aponta que o setor espera um crescimento acelerado este ano nos sistemas solares em operação no Brasil, especialmente os sistemas de geração própria solar, em decorrência do aumento nas tarifas de energia elétrica e da entrada em vigor da Lei n° 14.300/2022, que criou o marco legal da geração própria de energia. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sexta maior fonte de geração do Brasil e estão presentes em todas as regiões do País, com empreendimentos em operação em dezenove estados e um portfólio de 31,6 GW outorgados para desenvolvimento.

“O custo da energia está cada vez mais caro, tanto pelas questões climáticas ou fatores geopolíticos. Neste sentido, a busca por independência energética torna a energia solar uma opção relativamente rápida e barata.  Por fim, e mais importante é que se trata de uma fonte de energia limpa que traz benefícios diretos ao meio ambiente”, afirma Roberto Uhl, gerente de Desenvolvimento de Negócios e Canais Digitais da Essor Seguros. O executivo ainda ressalta que “o seguro é a melhor solução para transferência do risco e proteção do patrimônio, garantindo a previsibilidade dos investimentos face a eventos adversos”.

Para facilitar o acesso da população aos equipamentos fotovoltaicos, a Porto Seguro oferece o Consórcio Sustentável para a compra de placas solares, com opções de planos de até 80 meses. “Após ser contemplado, o consorciado recebe o valor do crédito contratado para a compra da placa solar e, com isso, possibilitamos também a realização do projeto completo de instalação, considerando inversor, estrutura, cabos, conectores e o que for preciso para finalizar o projeto. Além destas vantagens, o cliente que investir no Consórcio Sustentável garante uma redução no valor da conta de energia elétrica em até 90% para sua casa ou empreendimento comercial”, diz Tornero.

O gerente de Desenvolvimento de Negócios e Canais Digitais da Essor acredita que este é um seguro propício aos corretores, pois a comercialização é feita de forma consultiva e o corretor pode se beneficiar deste novo mercado, tendo mais um produto especializado para oferecer aos seus segurados e diversificação no momento das prospecções. “As pessoas também querem se engajar e ter uma vida mais sustentável, onde destaco a mobilidade urbana, que vem sendo transformada para um modelo de eletrificação e uso de meios de transportes não poluentes. Este movimento, combinado com a expansão da energia solar, gera novas oportunidades de crescimento para o seguro”, aponta Uhl.

FONTE:  Revista Apólice

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